Essa semana
Recebemos alguns lançamentos de dados importantes esta semana, mas todos vieram com um grande e velho asterisco. (E os gastos com IA continuaram sendo o foco.)
-
A economia perdido 105.000 empregos* em outubro e 64.000 ganhos em novembro.
*As demissões diferidas do DOGE, que pagaram aos trabalhadores até setembro, geraram um 162.000 declínio no emprego federal.
-
A taxa de desemprego aumentou mais do que o esperado para 4,6%** em Novembro, face a 4,4% em Setembro.
**Provavelmente impulsionado pela paralisação do governo, uma vez que 75% do aumento do desemprego foi proveniente de “demissões temporárias” – a categoria dos trabalhadores federais em licença.
-
As vendas no varejo ficaram estáveis*** em outubro.
***Os gastos com automóveis caíram 1,6% m/m após o vencimento em setembro do crédito fiscal para veículos elétricos ter impulsionado a demanda, enquanto os preços mais baixos da gasolina contribuíram para um declínio de 0,8% nos gastos em postos de gasolina.
-
A inflação global medida pelo IPC desacelerou para 2,7% em termos homólogos**** em Novembro, face a 3,0% em Setembro.
****Dois problemas: primeiro, o BLS presumiu que os custos da habitação se mantiveram estáveis em Outubro, deprimindo um dos maiores pesos no IPC. Em segundo lugar, a recolha de dados começou em 14 de Novembro devido à paralisação do governo, pelo que os descontos nas férias provavelmente deprimiram os preços.
Assim, durante a semana, o Nasdaq-100 subiu +1% (linha azul) e os rendimentos do Tesouro de 10 anos caíram alguns pontos base, para 4,15% (linha preta).
Próxima semana
Aqui estão os principais eventos que assistirei na próxima semana:
- PIB real do terceiro trimestre na terça-feira
- Produção industrial de novembro na terça-feira
- Confiança do consumidor em dezembro na segunda-feira
- Bens duráveis de outubro na terça-feira
